18 Setembro 2011

Aselhas e azelhas

Todos temos o direito de ser aselhas, de dizer disparates, de falar sem pensar, de cometer erros, de não conseguir fixar o que aprendemos e de esquecer o que tínhamos aprendido. É o direito de sermos humanos, afinal.
E quando teimamos no erro, quando nos recusamos a aprender, quando temos orgulho em sermos ignorantes... será esse também um direito nosso?




Claro que sim. Com uma diferença, que bem se vê.
É que, se assim formos, seremos mais aselhas do que os outros:
eternos "azelhas", teimando no z...

5 comentários:

Mais do que Um, Muitos disse...

Boas,

Nunca deixei uma mensagem de agradecimento pelo vosso trabalho. Há já alguns anos que venho tirar dúvidas de português a este blog, mas nunca me dignei a agradecer. Por isso, continuem o excelente trabalho.

S. Leite disse...

Eu é que agradeço. Volte sempre!

S. Duarte disse...

Há mensagens que nos enchem a alma e alegram o coração...
Esta é uma delas! Bem-haja!

E.Rola disse...

Tenho tirado muitas dúvidas graças ao vosso trabalho.
Obrigado pela disponibilidade.

S. Leite disse...

Fico grata pelo seu comentário, E. Rola, lamentando não ter disponibilidade para aqui vir escrever com mais frequência!