17 dezembro 2009

Desafio


Para quem ainda não se cansou, aqui fica mais um texto com alguns erros para caçar!


Tal como o homem pré-histórico, temos necessidades fisiológicas de cuja satisfação dependemos para sobreviver. Por isso, em pleno século XXI, a vida continua a ser o grande valor a perservar. A necessidade de sobreviver-mos continua a ser a nossa primeira e última necessidade, ainda que muitos não tenham consciência disso.
Efectivamente, o homem moderno, civilizado, urbano, vive rodeado de todos os confortos e munido de enúmeros meios que lhe permitem “superviver”, pelo que tende a esquecer-se de que a morte o espreita, a todo o momento, como sempre espreitou. Para além disso, as suas preocupações quotidianas, mais ou menos supérfulas, tornam-no egoista, ou pelo menos indiferente às ameaças à vida de outrém. 
 
 

6 comentários :

Franco e Silva disse...

1)- Tentativa de solução:
Tal como o homem pré-histórico, temos necessidades fisiológicas de cuja satisfação dependemos para sobreviver. Por isso, em pleno século XXI, a vida continua a ser o grande valor a PRESERVAR. A necessidade de SOBREVIVER continua a ser a nossa primeira e última necessidade, ainda que muitos não tenham consciência disso.
Efectivamente, o homem moderno, civilizado, urbano vive rodeado de todos os confortos e munido de INÚMEROS meios que lhe permitem “superviver”, pelo que tende a esquecer-se de que a morte o espreita a todo o momento, como sempre espreitou. Para além disso, as suas preocupações quotidianas, mais ou menos SUPÉRFLUAS, tornam-no EGOÍSTA, ou pelo menos indiferente, às ameaças à vida de OUTREM.
2)-Haverá mais «broncas»?

Anónimo disse...

Olá Professora,

Encontrei seis erros. São eles os seguintes:
*perservar - preservar;
*sobreviver-mos - sobrevivermos;
*enúmeros - inúmeros;
*supérfulas - supérfluas;
*egoista - egoísta (acentuado, portanto);
*outrém - outrem.

Acho que desta vez não me escapou nenhum. Será?

Cláudia Roberto

B.C. disse...

sobrevivermos*

B.C. disse...

inúmeros*

B.C. disse...

supérfluas

instituto superior de educação e ciências disse...

Tal como o homem pré-histórico, temos necessidades fisiológicas de cuja satisfação dependemos para sobreviver. Por isso, em pleno século XXI, a vida continua a ser o grande valor a PRESERVAR. A necessidade de SOBREVIVERMOS continua a ser a nossa primeira e última necessidade, ainda que muitos não tenham consciência disso.
Efectivamente, o homem moderno, civilizado, urbano, vive rodeado de todos os confortos e munido de INÚMEROS meios que lhe permitem “superviver”, pelo que tende a esquecer-se de que a morte o espreita, a todo o momento, como sempre espreitou. Para além disso, as suas preocupações quotidianas, mais ou menos SUPÉRFLUAS, tornam-no EGOÍSTA, ou pelo menos indiferente às ameaças à vida de OUTREM.

Carolina de Meireles Pelixo